terça-feira, 27 de agosto de 2013

Quem dera todas as manhãs fizessem sol.
Quem dera se todas as noites fossem frias sob o edredom.
E apenas nossos corpos, juntos, pudessem se aquecer. Quem dera os pássaros não parassem de cantar.
E sorrissem, cada vez que percebessem o brilho dos nossos olhos quando se encontram.
Quem dera seus dedos entrelaçassem nos meus, numa harmonia desmedida.
Quem dera a eternidade ao seu lado sem interrupções, renúncias, explicações ou dúvidas.
Quem dera eu acreditasse em conto de fadas.
Quem dera Eu, Você...
Nós!
Quem dera o amor.


Glória Andrade  ಌ

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