terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

I am

Falar de mim, até pode ser legal.

Eu sou chata- meu namorado diz isso infinitas vezes, simpática, sou fiel, sou grossa, nada paciente, sou vaidosa, ignorante, sou prestativa, amiga, ciumenta, tá bom, muuuuito ciumenta, não me apego tão fácil, e muito menos esqueço fácil. Sou católica, e Deus é responsável por toda minha existência, pelos meus passos, e eu O venero. As coisas costumam viver dentro de mim, por um bom tempo até que eu tenha coragem de retirá-las daqui. Pode ser por capricho, mas é meu jeito. Gosto de conselhos, apesar de não seguir a risca nenhum deles. Sou independente, no que diz respeito as minhas escolhas. Eu faço o que for preciso, e estiver ao meu alcance pra conseguir o que quero, mas não sou do tipo, que implora pra que fiquem. Quer ficar ? Vai ser pelo que eu sou, e por me amar exatamente com todos esse defeitos.
Você tem meu amor, minha atenção ? Que bom. Costumo valorizar ao máximo, só não me deixe escorrer pelos dedos, não me machuque e nem brinque comigo. Não minta. Eu gosto de amor as antigas, com flores, bom bons, anel , mas não gosto tanto de poesia. Acho muito meloso. Use suas palavras. Eu te dou uma chance, te dou duas, ou até três, em última hipótese. Mas se eu sentir que merece. Não permaneça no erro, e se importe enquanto eu ligar pra você, demonstrar ciúme, ou chamar sua atenção. Se eu parar, não tem mais jeito. Se eu parar, acabou o interesse, acabou o encanto, acabou qualquer chance de 'pra sempre'.
Quando eu amo, eu amo incondicionalmente, e gosto de demonstrar. Eu gosto de carinho, de abraço apertado, de andar de mãos dadas, mas não gosto de cafuné, detesto aquele barulho que faz na cabeça.
Valorizo amizade, como irmandade. E diferente do que dizem a maioria das pessoas, tenho no mínimo umas 8 pessoas em quem confio de olhos fechados, amigos mesmo.
Eu amo a minha família , apesar de não serem 'a família feliz' , nem os melhores exemplos do mundo, mas são a minha família. São a minha base, apesar de todos os defeitos existentes. Já perdi pessoas essenciais na minha vida, como meu avó, em 2007. A pior dor que alguém pode sentir, não desejo nem pra inimigo.
Sou emotiva. Brincalhona, palhaça, criançona e amo quem me faz rir, ou melhor, quem me faz gargalhar.
Dentre tantas pessoas nesse mundo, eu sou apenas mais uma, mas não só 'apenas', eu sei que não agrado a todos e que existem pessoas que me odeiam, mas como diz uma velha amiga minha:
- Não é que me odeiem, é que ainda não me conheceram!
Não para todos, mas sei que faço diferença pra alguns.

  Glória Andrade  

Nenhum comentário:

Postar um comentário